Fiz uma apresentação para os alunos do curso de Relações Públicas da Faculdade Belas Artes sobre como captar informações do que está sendo falado da marca nas redes sociais, o resultado está na apresentação abaixo.
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Fiz uma apresentação para os alunos do curso de Relações Públicas da Faculdade Belas Artes sobre como captar informações do que está sendo falado da marca nas redes sociais, o resultado está na apresentação abaixo.
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O economista turco Nouriel Roubini veio ao Brasil para o HSM Expo Management, como se não bastasse ser um economista turco (o que já seria muito curioso) ele foi o cara que previu a crise econômica imobiliária de 2008 !Em novembro estive no Digitalks em Maceió, achei muito legal conhecer melhor esse projeto que leva o Marketing Digital para para todos os lugares do Brasil.
Lá falei um pouco sobre como mídias sociais tem sido usado pelas empresas e como o monitoramento pode ajudar o dia-dia das marcas. Abaixo está a apresentação que fiz.
Difícil imaginar alguém em tempos de smartphones e internet em tudo quanto é lugar pensar em viajar para algum ponto turístico qualquer e não dar uma pesquisada no Google ou com os amigos nas redes sociais. O marketing digital é um ponto importantíssimo hoje para o turismo.
Para falar disso, das conseqüências e algumas estratégias que fui na Abeta Summit 2011, evento da Associação Brasileira Ecoturismo e Turismo de Aventura de 2011. Segue abaixo a apresentação
O atendimento em mídias sociais parece ser um dos maiores desafios que essa nova realidade de consumidores com tanto poder nas mãos representa para as marcas e as empresas.Infelizmente, como atender nas redes sociais é um dos temas que menos se desenvolve estudos e é o processo menos estruturado nas empresas que estão no ambiente digital. Porém, na web uma repercussão negativa tem um potencial de prejudicar a marca muitissimo maior do que no atendimento tradicional, e essa percepção aos poucos está sendo percebida pelas empresas.
Nessa apresentação que fiz na Semana Ecommerce, promovida pela Ecommerce School coloquei 9 dicas / recomendações para atender nas mídias sociais.
Certamente o que mais falta hoje no mercado de digital é gente e fornecedores com visão de negócios (talvez até falte no próprio mundo dos negócios, mas essa é outra história). Visão de negócios é ter uma perspectiva estratégica e de longo prazo, além do departamento / atividade / função que a pessoa exerce. É, no fundo, muito mais entender de pessoas como elas se comportam e como anexo cálculos financeiros, do que o contrário. Por isso, tenho me dedicado a estudar psicologia para lidar com o mundo das corporações.
Só que para isso não adianta nada fazer um curso em alguma faculdade renomada de negócios. Pelo contrário, provavelmente vai mais distanciar você de uma visão de negócios e mais aproximar a uma visão burocrática politiqueira. Por isso selecionei essas duas citações e um livro para quem quer ter uma visão de negócios, esses dois homens de negócios citados falaram o que todos sabem mas poucos tem coragem de dizer e o livro é uma biografia, livros de negócio são excelentes para ter idéias e modelos de administração, mas terríveis para se ter visão de negócios… para isso nada melhor do que uma biografia de um empreendedor, raramente não terá uma grande lição de visão de negócios ali.
Citação 1:
“Eles preferem fazer de conta que planilhas Excel e Power Point indicam o futuro. A arte da administração, no entanto, está muito mais no terreno emocional e afetivo de Freud, Carl Jung ou Michel Foucault do que no mundo de gurus como Peter Drucker e Michael Porter.” – Ricardo Semler (Sócio da Semco e autor)
Citação 2:
“Não acredito nos livros de administração. É tudo pasteurizado, e as relações humanas simplesmente não são relatadas. Aprendo mais com os romances. Eles mostram a vida real, a complexidade do ser humano. Em Guerra e Paz, Tolstói explica que o líder é fruto do ambiente e das circunstâncias. O livro mostra que Napoleão não era louco. Ele foi empurrado para a guerra por uma multidão enlouquecida com a crise econômica. Isso é administração pura” – Jayme Garfinkel (controlador da Porto Seguro)
Livro:
O livro do Samuel Klein (Casas Bahia), do Jeff Bezos (Amazon), do Tony Hseh (Zappos), do Sam Walton (Wal-mart) ou qualquer biografia de empreendedor que você queria.
Não é de hoje que defendo o uso de blog para uma estratégia de presença digital. Escrevi há mais de um ano o artigo Porque as empresas devem ter um blog como parte da estratégia de mídias sociais? , em tempos de Facebook e Twitter, infelizmente é difícil encontrar uma marca que dê a devida atenção para um blog.
Para minha surpresa a Pequenas Empresa e Grandes Negócios me chamou para dar uma entrevista sobre esse tema, dentre várias coisas chamei a atenção para o fato de que O blog é uma ferramenta fundamental para conseguir SEO, isto é, para aparecer bem nos buscadores, como o Google… …Ele também é importante para desenvolver conteúdos e interações profundas. Assim, o blog serve para uma marca estar presente nas buscas de seu público e quando ela precisa expor uma informação mais extensa. Para ver a matéria completa clique aqui.
Algumas nos blogs Social Media Examiner e Social Media Today sairam recentemente posts bem interessantes sobre isso, como algumas táticas diferenciadas de blog e cinco razões para usar um blog.
Semana passada fiz uma apresentação em um evento organizado pela Prefeitura de Santo André para os empreendedores da região. Foi muito legal trocar experiência com o público ali presente, me impressionei como eles estão ligados no mundo digital e cheio de vontade. Só precisam de um direcionamento!
Na apresentação defendi que não existe receita de bolo para uma estratégia digital, ao contrário ela deve acompanhar o posicionamento da empresa! Assim, dependendo como você posiciona o seu produto / negócio uma promoção no Twitter pode ser totalmente descabido ou a melhor ação possível.
Em minha experiência dentro de empresas usando redes sociais, eu sempre via que era fácil e eficiente quando tinha uma estratégia de negócio clara, em contrapartida era extremamente difícil Isso traz um ponto que o Rene de Paula do blog Roda e Avisa sempre bate a tecla: “midias sociais não deve ser encarado como o milagre de evitará a empresa de fazer a lição de casa”, isso é, planejar e definir bem o seu negócio e estratégia.
Semana passada eu fiz essa apresentação sobre os mitos em mídias sociais. Achei importante focar em apenas dois mitos em profundidade em vez de falar de vários superficialmente.
Os dois mitos que falei são:
Mito 1) As midias sociais não vão acabar com a midia tradicional: Diante de vários argumentos que falei, a principal prova que isso é um mito vem pelo fato de que o discurso tradicional de “nunca uma mídia acabou com a outra, mas se somaram”, não é uma inteira verdade porque, ao mesmo tempo que uma nova midia nunca elimina a midia anterior, ela substitui sua importância! E a midia anterior passa a ficar apenas com as migalhas da atenção da sociedade, passa a sobreviver e não a viver como mídia.
Assim, vendo historicamente percebemos que toda nova midia é uma evolução e revolução ao mesmo tempo… Ela é uma evolução quando se torna viável técnicamente, e uma revolução quando a sociedade, ou seja o uso dessa tecnologia, passa a utilizá-la sem o modelo mental da midia anterior e velha. Na apresentação eu mostrei o caso da imprensa de Gutemberg que seu primeiro uso foi para divulgar as idéias da mesma igreja católica de sempre (uma inovação técnica usada com o mesmo modelo mental do “status quo”)… foi então que chegou Lutero e possibilitou essa nova midia se tornar uma revolução.
Mito 2) As ações em midias sociais precisam ter ROI: o ROI, assim como o conceito de branding parece cada vez mais banalizado. Qualquer ação é branding e qualquer conta significa ROI. O meu ponto é que ROI é uma ferramenta fantástica, só que como toda ferramenta não pode ser aplicada em todo lugar a todo momento… é a idéia daquele velho ditado “a diferença entre a vacina e o veneno é a dosagem”. Dentre as conseqüências negativas disso, as empresas acabam não agindo estratégicamente, isso é o que define as ações e investimentos são os resultados pontuais de curto prazo e não a estratégia da empresa. Outra grave consequência do “ROIsmo” é a competição interna e falta de sinergia gerada das empresas, cada departamento indo atrás de seu ROI, acaba esquecendo do que poderia fazer em conjunto com outras áreas apenas concentrado no resultado de sua partezinha no todo.
Quem quiser bater um papo sobre mídias sociais nesse sábado, irei fazer uma apresentação no Bate Papo sobre E-commerce (ESPM – Vila Mariana) às 14:40 nesse sábado (28 de maio).
A minha idéia é conversar sobre como as mídias sociais ganham cada vez mais espaço seja no orçamento de marketing das empresas ou na pauta da imprensa e encontros de executivos. Porém, a tendência natural do mercado é usar as mídias sociais nos mesmos moldes da publicidade tradicional gerando uma série de mitos que atrapalham o dia-dia (como o conceito de ROI, o papel frente a TV, a forma de se anunciar). A idéia é explorar com provocações esses mitos e evoluirmos nossa visão sobre redes sociais
Para quem não puder ir, semana que vem postarei aqui os slides da apresentação.