Cada vez mais se faz necessário que os executivos de uma empresa entendam de redes sociais, pois eles precisam conhecer a nova dinâmica em que seus negócios estão passando a operar. Seus colaboradores, clientes, fornecedores, comunidade e investidores passarão cada vez mais a se mobilizar e se envolver por meio de mídias sociais gerando demandas para a organização diferentes de até então.
O maior exemplo disso é o Tony Hseh, CEO do ecommerce de calçados Zappos.com . Ele escreve no twitter da empresa www.twitter.com/zappos , o qual tem mais de 1,5 milhão de seguidores. O entendimento que ele tem das redes sociais em torno de sua organização possibilita que a Zappos tenha faturado 1 bilhão de dólares sem ter publicidade ou praticar descontos em massa. Isso significa baixos custos (por não ter publicidade) e alta margem (por não praticar grandes descontos).
Quando se pensa no risco de estar nas redes sociais, temos que estar ciente de que na verdade o maior risco é não participar das redes sociais, não compreendê-las. Isso gera uma enorme defasagem sobre aonde a sociedade está caminhando e como é gerido a empresa. Mas participar sem uma estrutura adeqüada, pessoas competentes e experientes apoiando pode gerar riscos de realizar comportamentos inadeqüados e ser mal-visto nas redes sociais.
Para começar a agir usando esse meio primeiramente deve-se assegurar que a organização está comprometida realmente em estabelecer um diálogo com os clientes e não fazê-lo pela moda. Passado por isso, deve-se montar uma estrutura adeqüada e acompanhar com uma visão de negócios e estratégica. O que é raro, norlmalmente se delega a um estagiário ou uma agência de publicidade para fazer isso. O que acaba sendo feito com amadorismo e / ou um falso aprendizado sobre o consumidor, ou seja, o diálogo não é digerido e aproveitado pela empresa.
