Como usar as mídias sociais para aumentar as vendas – Apresentação que fiz no curso da Exame PME

No início desse mês eu falei sobre como gerar vendas usando as redes sociais no 2o curso da Exame PME para empresários. Mostrei que há duas maneiras de gerar vendas nas redes sociais a antiga e a tradicional que o case é a Tecnisa e a nova que se altera a empresa, cultura e produto que é o case da Zappos.

O portal da Exame publicou uma matéria detalhando e abaixo está a apresentação.


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Até quando? O caso da Pepsi nas mídias sociais

No ano passado, a Pepsi resolveu inovar e ao invés de investir milhões em uma promoção  na TV, resolveu fazer a promoção nas mídias sociais com um foco em sustentabilidade que premiavas as melhores ideias para mudar o mundo. Na época se tornou um exemplo de uma marca que se modernizou e teve coragem de investir pesado nas redes sociais. Hoje, passado um ano dessa ação, a Pepsi acumulou a perda de meio bilhão de dólares em vendas. Isso colocou em xeque no mundo do marketing o uso das mídias sociais e toda a conversa de que as empresas precisam se renovar! Porém, acho que a questão não é tão simplista assim, estou escrevendo um artigo que vou publicar em breve. Aguardem!

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Mídias sociais exigem bom produto das empresas e não um bom marketing

Qual é a mudança que as empresas terão que fazer numa era que as redes sociais vai ocupando aos poucos o lugar da mídia tradicional? Com certeza é criar produtos mais relevantes! Enquanto antigamente as empresas se esforçavam “pouco” no desenvolvimento do produto, já que na mídia da época (televisão, jornal e etc) poderia se pagar para falar de seu produto. Criava-se produtos medianos e bombardeava-se as pessoas interropendo o seu programa favorito ou sua matéria de jornal na leitura durante o café da manhã. Continue reading

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O que o Pânico na TV pode ensinar sobre o futuro da mídia e as redes sociais

Ao pensar no programa Pânico na TV a primeira coisa que nos vem a cabeça são cenas engraçadas ou então denúncias no Ministério Público a respeito da baixaria na TV. Mas o que eles poderiam refletir sobre o futuro da mídia? Muita coisa, o Emilio Surita (líder do Pânico) independente da qualidade do programa é extremamente inteligente, sempre procuro ler todas as entrevistas dele.

Nessa semana eles chamaram o jornalista Ricardo Feltrin do Uol, que também apesar de cobrir o universo de celebridades e TV tem uma visão priveligiada do que acontece  no mundo da mídia, para participar do programa deles na rádio Jovem Pan. Continue reading

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Redes Sociais: um pouco menos de case, um pouco mais de inovação por favor!

Conhecer cases é muito bom, divulgá-los também. Permite a troca de conhecimento entre as pessoas, é uma ferramenta e tanto de aprendizado! Também é uma ferramenta de marketing (divulgação) da empresa que gerou o case. Pois mostra a todos o modo de trabalho da organização e atrai talentos, parcerias e clientes com quem estives sintonizado na mesma linha de atuação.

No entanto, o case que é um meio para aprendizado virou um “fim em si”, virou uma estratégia de PR (relações públicas). Assim, hoje nas atuações das empresas nas redes sociais, importa mais “Aparecer” do que “Ser”, parecer bonito na foto virou o obejtivo principal em detrimento de mudar, inovar e promover melhorias para os clientes das empresas. Continue reading

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Preparando empresas e produtos para as redes sociais

Recentemente uma amiga minha pediu uma ajuda para divulgar uma peça de teatro usando as midias sociais. Fiquei animado e logo comecei a pensar em uma estratégia. Porém, me lembrei da minha experiência em divulgar teatro nas redes sociais, o que sempre é algo complicado.

Antes de mais nada, qual é a melhor estratégia para fazer uma divulgação nas redes sociais? Ter um bom produto! Isso mesmo, pense rápido você preferiria fazer uma campanha para a Motorola ou para o Iphone, gostaria de divulgar o circo Vostok ou o Cirque de Soleil? Pois é claro que fazer uma estratégia para twitter e facebook com o Cirque de Soleil é muito mais fácil, e é isso que as peças de teatro precisam, se renovar assim como foi feito no circo por essa empresa! Continue reading

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Reportagem sobre atendimento em redes sociais (Jornal da Gazeta)

Dei uma entrevista para o Jonal da Gazeta na quarta-feira passada 09/02 sobre como as empresas estão lidando com esse novo comportamento e também um pouco da Direct Labs (empresa que eu trabalho) que é nasceu exclusivamente para ajudar as empresas a lidar com seus clientes nas midias sociais.

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Atendimento em midias sociais – referências e cases

A @RenataGCSilva me perguntou no twitter: “Pode me sugerir algum case de sucesso para atendimento ao cliente em redes sociais? Para meu TCC da pós.”

Antes de qualquer coisa precisamos tomar muito cuidado com cases (estou escrevendo um post só sobre esse assunto) muitos cases são bem fabricados ou bem vendidos. Na prática dificilmente tudo é colorido e traz tanto resultados. Mas ao mesmo tempo, conhecer experiências de outras empresas pode ser uma grande fonte de aprendizado quando se para de “endeusá-los”.

Existem dois tipos de abordagem em relacionamento e atendimento nas redes sociais.

1) Estratégico
O atendimento é estratégico e prescede as mídias sociais em si. O maior exemplo disso é a Zappos (ecommerce americano de calçados). Eles não tem um twitter de atendimento legal, mas eles investem no serviço e atendimento para que seja o melhor possível e para isso eles não fazem publicidade, porque para o CEO da Zappos “do que adianta fazer propaganda enquanto eu tenho clientes esperando na fila de atendimento”. Resultado, todos se engajam na empresa e divulgam a marca, tanto que o Twitter da empresa é seguido por mais de 1,5 milhão de pessoas.

ford interage nas redes sociais com pessoalidade para fazer atendimento2) Eficiente
O atendimento não é estratégico e a empresa tenta usar as mídias sociais para compensar uma estrutura que não é a ideal, mas mesmo assim os clientes se sentem felizes com a experiência. Nos EUA dois cases famosos nesse sentido é a ComcastCares (uma das mais importantes empresas de telefonia no país) e a Ford. Ambas empresas interagem com agilidade e principalmente chamam a atenção por ter uma pessoa responsável publicamente pelo relacionamento que assina os tweets no caso, isso não acontece em nenhuma empresa do Brasil (pelo menos até hoje).

Nacionalmente, há alguns cases interessantes como o da Sky  que faz atendimento tanto no Twitter como no do Facebook e a Locaweb que possui uma equipe e software dedicados para interagir nas mídias sociais. Também vale a pena o estudo de pequenas empresas que estão usando muito bem as redes sociais como o restaurante Arábia* e o Kiishi. Onde os próprios donos acompanham o twitter com sua equipe. Essa proximidade do dirigente da empresa deveria acontecer em todas as empresas mas por enquanto apenas pequenas e médias empresas conseguem fazer isso.

* DISCLAIMER: eu desenvolvi, dentro da Direct Labs, o projeto de relacionamento do Arabia e da Telefônica nas redes sociais

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Pós-graduação, palestras e eventos: Coffe-break ou aprendizado?

Com um mundo cada vez mais dinâmico, rapidamente nos tornamos desatualizados. E em pouco nos sentimos perdidos com temas que afetam nossa área de trabalho, redes sociais, Geração Y e etc… E aí que surgem

O mercado de eventos, palestras, congressos e todo tipo de pós-graduação, nunca esteve tão aquecido, todos profissionais correm para não ficar desatualizados e para entender o que está acontecendo no mundo e sua área. É um setor que fatura muito (e cobra muito também! rs). Mas sempre me questionei se todo o tempo e dinheiro que milhões de profissionais investem nisso realmente vale a pena. Porque muitas vezes me parece que as pessoas estão mais interessadas no Coffe-break do que no aprendizado, no networking do que na troca de conhecimento, em uma mensagem de motivação do que novos questionamentos.

Você vai dar uma palestra e quer fazer sucesso? É fácil, coloque os vídeos de maior acesso no Youtube e terá aplausos garantidos! Mas o que é sucesso, o entretenimento de muitos ou o real aprendizado de poucos? É a troca de experiências para quebrar paradigmas, ou a simples informação que poderia ser absorvida em 20 minutos no Google? É o interesse em se desenvolver, ou uma ótima desculpa para não trabalhar no dia e comer croissants e profiterólis?

Escrevi esse texto motivado por um post da BizRevolution sobre o Campus Party desse ano. Veja alguns trechos que destaquei.

“Não tem ar condicionado, não tem coffee-break, não tem recepcionista gostosa sorrindo falso para você… …não tem patrocinador vomitando jabá, e consequentemente, não tem nenhum dono da verdade… …campuseiros que se mostram ansiosos em colaborar com a construção das coisas ao invés de aceitar calados a teoria de algum boçal porque é diretor de alguma empresa ou professor de alguma matéria.”

“Fato esse que raramente você vê em eventos corporativos… …onde os ternos ambulantes da platéia formada por executivos fanfarrões são incapazes de formular uma pergunta que seja para o “guru” que está no palco a frente do seu ppt boring-to-boring. “

“O Campus Party é o evento da Geração Coragem, e não da geração “quero trabalhar na Ambev ou Vale do Rio Doce” Os Campuseiros não querem mamar nas tetas da invenção de alguém; os caras querem criar novos mercados, ampliar as oportunidades, formentar novas perspectivas para aqueles que são diferentes aos olhos do mainstream. “

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Facebook e Twitter na sala de aula ou na empresa, é possível?

Houve um “Café Filosófico” com o Marcelo Tas e convidados sobre redes sociais, como sempre o programa foi muito bom ainda mais tratando de “relacionamento no mundo digital”. A Martha Gabriel, renomada especialista em marketing digital, foi uma das convidadas do programa e respondeu a uma pergunta a respeito se deve ser liberado o acesso à web e redes sociais nas escolas e por extensão nas empresas?.

Ao que a Martha respondeu que deve-se primeiro educar os alunos e profissionais de uma empresa sobre como usar as redes sociais, para depois permitir o acesso. Essa posição é interessante, mas quando focamos “como educar os alunos e profissionais” fugimos, na minha opinião, da verdaira questão que é “como formar educadores e gestores para as redes sociais?”. Sim porque o grande desafio de nossos tempos atuais não são os alunos ou empregados de uma empresa, mas como formar gestores e educadores contextualizados com o nosso tempo.

Enquanto tivermos professores especializados em tarefas de memorização e gerentes de empresa focados em cobrar procedimentos em vez de resultados não evoluíremos nem 1 centímetro em direção às demandas atuais.

Vale frisar que a educação para o ambiente de redes sociais é impossível… aula de “introdução ao Twitter” ou “técnicas avançadas de Facebook” são de pouco adianto. O fato é que podemos utilizar toda formação e educação do mundo, se permanecermos usando em nossas instituições o mesmo modelo de 100 anos atrás, será impossível passar ileso pelas mudanças na comunicação que as redes sociais geram.

Debati sobre esse assunto com o Ricardo Azarite, que disse algo interessante: “Eu gosto de pensar como você: não é a geração Y (e mais recentes) que deve se adaptar às gerações anteriores, mas sim o contrário! Cada vez mais os jovens estão com mais poder de modo geral, com poder de decisão, com poder de influência – pelo menos no que diz respeito a consumo.”

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