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	<title>Diego Monteiro - Redes Sociais nas empresas e negócios &#187; cultura</title>
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	<description>Social Media - Mídias Sociais - Empreendedorismo - Marketing</description>
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		<title>Política de Redes Sociais para quê? Case Best Buy</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 23:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Monteiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Junho de 2010 a Best Buy ganhou um Cannes com o case Twelpforce em que um perfil da empresa no Twitter responde a dúvidas de usuários dessa rede social. Uma idéia muito legal e criativa que com certeza gerou &#8230; <a href="http://diegomonteiro.com/2010/09/politica-de-redes-sociais-para-que-case-best-buy/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Junho de 2010 a Best Buy ganhou um <a href="http://www.brainstorm9.com.br/trends/cannes-lions-2010-gp-de-titanium-para-twelpforce-da-best-buy/">Cannes com o case Twelpforce</a> em que um perfil da empresa no Twitter responde a dúvidas de usuários dessa rede social. Uma idéia muito legal e criativa que com certeza gerou um grande buzz em volta da marca.</p>
<p>Passados, dois meses em Agosto de 2010 a Best Buy ganha o título  de<a href="http://willvideoforfood.com/2010/08/19/bestbuy-geeksquad-image-collapse/"> &#8220;Maior desastre corporativo nas Redes Sociais&#8221;</a> (segundo um blog) devido a vários erros de estratégia de relações públicas, abordagem jurídica da empresa e principalmente ao vídeo de um funcionário que se espalhou pelas redes sociais, no qual ele criticava os clientes da Best Buy por quererem o Iphone 4, sendo que o HTC é tecnicamente melhor! (o qual pode ser verificado no final desse texto). O funcionário foi demitido, recontratado e no final das contas a empresa não soube o que fazer com o colaborador que teve seu vídeo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FL7yD-0pqZg&amp;feature=related">visto milhões de vezes</a>.<span id="more-278"></span></p>
<p>Essa história nos leva a questionar, como a Best Buy é ao mesmo tempo excelente em redes sociais (afinal ganhou um cannnes) e péssima (teve uma série de incidentes que prejudicaram sua imagem) ? Como isso pode acontecer mesmo a empresa tendo uma <a href="http://www.bby.com/2010/01/20/best-buy-social-media-guidelines/">Política de Redes Sociais</a>? E aí está  o ponto onde quero chegar, <strong>as empresas têm confundido ter cases de marketing em redes sociais e política de mídias sociais, com uma cultura de mídias sociais</strong>. E essa confusão pode custar muito caro, como vimos nesse caso.</p>
<p>Em meu trabalho junto a empresas eu sempre digo que a &#8220;Política de Redes Sociais&#8221; é 1% do trabalho de aculturamento em mídias sociais. É apenas o começo que irá embasar todo o trabalho, pois <strong>em redes sociais não há escapatória, a empresa tem que ter uma gestão e um aculturamento no dia-dia presente. Porque é impossível entrarmos em um novo paradigma apenas adicionando um documento na pilha de políticas da empresa.</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/VGnYUtU_tWw?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/VGnYUtU_tWw?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Entrevista que dei sobre Orkut, Facebook e Comunidades Virtuais no Jornal da Cultura</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 23:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Monteiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana passada o Jornal da Cultura me entrevistou para saber das tendências do comportamento das pessoas nas mídias sociais (os meus depoimentos aparecem no 3m30s e 4m50s). O que já podemos ver claramente, que é praticamente inevitável o Facebook &#8230; <a href="http://diegomonteiro.com/2010/09/entrevista-que-dei-sobre-orkut-facebook-e-comunidades-virtuais-no-jornal-da-cultura/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada o Jornal da Cultura me entrevistou para saber das tendências do comportamento das pessoas nas mídias sociais (os meus depoimentos aparecem no 3m30s e 4m50s).</p>
<p><strong>O que já podemos ver claramente, que é praticamente inevitável o Facebook substituir no Orkut, é um processo lento, sem dúvida</strong>, mas tem tudo para culminar em dois possíveis destinos: <span id="more-266"></span>o Orkut apenas acabará se tornará um deserto em que alguns poucos usuários ainda o usarão para falar com alguns amigos (assim como aconteceu nos EUA com o  Friendster) e jogar em alguns aplicativos ou se transformará em uma comunidade segmentada para as pessoas de classe baixa e mais jovens (o que ocorreu com o MySpace na web americana).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tblaVEke02s?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/tblaVEke02s?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Outra coisa, importante que até foi ao ar na matéria, foi a questão de que o conceito de &#8220;web 2.0&#8243; é muito velho pois colaboração e comunicação em duas vias acontece desde os tempos das cavernas quando as pessoas conversavam e espalhavam idéias. <strong>Essa idéia é uma meia-verdade, pois sim sempre houve colaboração, mas só agora ela se tornou tão acessível e acontecendo em tão pouco tempo e isso muda completamente a dinâmica da sociedade como já presenciamos no surgimento da imprensa de Gutemberg.</strong> Pois ai que está a grande revolução que as Redes Sociais prometem gerar.</p>
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		<title>O universo digital e as mídias sociais para relacionamento com clientes</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 08:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento Empresa Consumidor]]></category>
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		<description><![CDATA[A tecnologia e as mudanças no comportamento das pessoas que ela promove é uma enorme oportunidade para as empresas estarem mais próximas do cliente. Porém, as redes sociais, ainda é percebido como uma ferramenta a mais. O que atrapalha e &#8230; <a href="http://diegomonteiro.com/2010/09/o-universo-digital-e-as-midias-sociais-para-relacionamento-com-clientes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A tecnologia e as mudanças no comportamento das pessoas que ela promove é uma enorme oportunidade para as empresas estarem mais próximas do cliente. Porém, as redes sociais, ainda é percebido como uma ferramenta a mais.</strong> O que atrapalha e muito o sucesso dessas estratégias. Percebemos ações desestruturadas e sem envolver a cultura da empresa. <span id="more-250"></span>Mas a tendência é que depois de experiências com pouco resultados ou até com crises de imagem, as organizações têm se reestruturado e investido adequadamente para usar esse paradigma.</p>
<p><strong>A parte mais importante e ao mesmo tempo mais esquecida em uma estratégia em mídias sociais é a capacitação e a orientação dos colaboradores, o treinamento é apenas a menor parte da capacitação. </strong>O mais importante é a cultura da empresa e o entendimento das pessoas da dinâmica do universo digital. Para isso é necessário processos bem definidos, reuniões periódicas e &#8220;coaching&#8221; constante dos líderes com seus liderados</p>
<p>Essa nova realidade tem gerado em qualquer empresa uma modificação brutal na forma de se relacionar com os clientes. Percebem que os seus negócios podem ser desenhados para serem divulgados e melhorados em rede. Isso é, não só afeta a comunicação, mas pode alterar toda a estratégia da empresa. <strong>Enquanto muitas empresas tentam metrificar o ROI e perceber as unidades de reais que as Redes Sociais podem gerar, empresas como a Apple e a Zappos (ecommerce de calçados dos EUA) tem faturado bilhões sem fazer qualquer tipo de publicidade apenas com seus negócios baseados em Redes Sociais.</strong></p>
<p><strong><a href="http://diegomonteiro.com/wp-content/uploads/2010/09/universo-digital-relacionamento-cliente-organizazacao1.jpg"><img class="size-full wp-image-253 alignright" title="universo-digital-relacionamento-cliente-organizazacao" src="http://diegomonteiro.com/wp-content/uploads/2010/09/universo-digital-relacionamento-cliente-organizazacao1.jpg" alt="" width="300" height="288" /></a><br />
</strong></p>
<p>O primeiro resultado ao usar Twitter, Facebook e blogs para interagir com os cliente é o mais intangível possível, a empresa começa a realmente ouvir o cliente. E isso é de um valor inestimável. A empresa para de ver seus clientes como uma porcentagem em um gráfico e começa a perceber seus desejos, percepções e impressões da empresa. Fora isso, podemos notar uma melhora da imagem das empresas, o que é temporário, pois cada vez mais há mais empresas interagindo nas Redes Sociais e o que antes era novidade e exclusivo de poucas marcas estarem nas redes sociais se torna algo comum.</p>
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		<title>Estratégia Corporativa nas Redes Sociais &#8211; entrevista para a Information Week</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 08:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa semana dei uma entrevista para a Information Week sobre Estratégia Corporativa nas Redes Sociais, abaixo está a entrevista na integra. 1. Quais as principais plataformas para construção de redes sociais próprias? Site Ning (baixa personalização e custo) e Software &#8230; <a href="http://diegomonteiro.com/2010/07/estrategia-corporativa-nas-redes-sociais-entrevista-para-a-information-week/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Essa semana dei uma entrevista para a Information Week sobre Estratégia Corporativa nas Redes Sociais, abaixo está a entrevista na integra.<br />
</em></p>
<p><span style="color: #000080;">1. Quais as principais plataformas para construção de redes sociais próprias?</span></p>
<p><em>Site Ning (baixa personalização e custo) e Software Livre Elgg (alta personalização e custo)</em></p>
<p><span style="color: #000080;">2. Qual é, na sua opinião, a melhor forma de as empresas aproveitarem cada uma dessas redes sociais para impulsionar sua estratégia corporativa.</span><br />
<em>A melhor forma de usar essas redes sociais é atrair as pessoas através da &#8220;causa&#8221; da empresa. Isso é, o propósito para o qual ela existe, o grande problema que ela resolve. Isso significa, que a empresa precisa ter um posicionamento diferenciado, porém se ela oferece um commodity,  oferecer um &#8220;relacionamento consultivo&#8221; pode ser a solução, nesse caso os especialistas da empresa ajudariam as pessoas a escolher o melhor produto / serviço ou a melhor forma de usá-lo.<br />
Em ambos os casos <strong>a empresa ter a cultura de redes sociais é fundamental, ter a equipe atuando na comunidade e os gestores percebendo a comunidade como uma fonte de insights para a organização.</strong></em><br />
<span style="color: #000080;"><br />
2.A &#8211; O quê de recursos uma estratégia em cada uma dessas redes demandaria Facebook, LinkedIn, Twitter, Youtube, Plaxo,Flickr, Orkut,Foursquare,Formspring (mais banda? Profissionais dedicados? Etc?)</span><br />
<em><strong>As redes não tem qualquer importância, são apenas plataformas. Dependendo de cada empresa e de cada estratégia, pode-se usar de forma absolutamente diferente cada plataforma</strong>. Esse é um nível tático, que até pode mudar bastante ao longo do tempo.<br />
<strong>O que realmente importa, é o quanto a empresa quer realmente pensar e atuar no modelo de &#8220;rede social&#8221;, com essa decisão tomada tudo flui, mesmo com restrição de recursos.</strong> Em contrapartida, não basta todos recursos do mundo se a empresa quer ter redes sociais por &#8220;ter&#8221; ou para &#8220;aparecer&#8221;. Nesse caso, os resultados se darão apenas no curto prazo e ainda pouco relevantes para o negócio.</em></p>
<p><em><strong>Não existe certo e errado para ferramentas sociais, mas sim para a postura diante das redes sociais (ferramentas)</strong>. Quando se pensa em não criar relacionamentos há pouca eficiencia e muitos riscos, logo duas estratégias  de pouco impacto real para o negócio é (1) fazer tweet ou post pago e (2) fazer promoção baseada em retweet para ganhar prêmio.</em></p>
<p><span style="color: #000080;">3. o que as empresas JAMAIS deveriam fazer em cada uma dessas redes sociais?</span><br />
<em><strong>Deve jamais fazer uma atuação 2.0 com uma estrutura 1.0 da empresa, isso é com uma  cultura, politica e processos do paradigma hierarquico e voltado ao comando e controle, com viés de ROI como unica finalidade</strong>.</em></p>
]]></content:encoded>
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